COMO FUNCIONA / DO DADO À DECISÃO

Nenhum dado conta o rio sozinho.

Combinamos sinais que já existem para entender o trecho, antecipar mudanças e dizer, com clareza, até onde a previsão vai.

As quatro camadas do produto

01

Nível

O pulso do rio.

ANA, SGB, Hydroweb e SWOT.

02

Canal

Por onde a carga passa.

Sentinel-1 e 2, Marinha e AIS.

03

Previsão

O que vem de montante.

Chuva, modelo e onda de cheia.

04

Sensor próprio

Só depois. Se fizer sentido.

Primeiro, provar valor com dado existente.

DADO → DECISÃO
01 / NÍVEL

Primeiro, a referência.

Réguas e altimetria mostram a variação do nível. ANA, SGB, Hydroweb e SWOT entram como fontes complementares, cada uma com sua cobertura, data e incerteza.

A cota de uma régua precisa de referência local. Ela não se transforma diretamente em profundidade disponível para qualquer embarcação.

02 / CANAL

Depois, o caminho.

Sentinel-1 e Sentinel-2 ajudam a acompanhar margens, largura e bancos aflorados. A sondagem da Marinha e o histórico de passagem via AIS acrescentam contexto.

AIS indica movimento e passagem; não substitui sondagem. A disponibilidade, a licença e a qualidade dessa fonte devem ser avaliadas por operação.

03 / PREVISÃO

A água que ainda vem.

Chuva de montante, modelo hidrológico e defasagem da onda de cheia ajudam a projetar o nível. A leitura do canal aproxima essa projeção da pergunta operacional.

Toda saída traz horizonte, intervalo e probabilidade. Falhas de cobertura e mudanças no canal entram como limitações explícitas.

04 / SENSOR PRÓPRIO

Só depois.

O primeiro produto nasce sem equipamento instalado no rio. Um sensor próprio só faz sentido depois de provar o valor da previsão e identificar uma lacuna que justifique instalação e manutenção.

O LIMITE É PARTE DO MÉTODO

Satélite não mede
profundidade em
água barrenta.

Ele vê o banco quando aflora, mede o nível e a largura.

São observações diferentes, feitas por sensores e métodos diferentes. Nuvens limitam a imagem óptica; radar e altimetria têm seus próprios limites de resolução e cobertura.

Profundidade navegável exige referência batimétrica, margem de segurança e validação local. Por isso, mapa observado e previsão ficam separados e identificados.

FONTES PÚBLICAS

Evidência rastreável.

O produto registra a origem e a data de cada observação. Os portais abaixo permitem conhecer as fontes.

AIS não é tratado aqui como uma fonte pública irrestrita. A integração depende do provedor, da licença e da disponibilidade dos dados.

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